Após mais de cinco meses de quarentena, a grande maioria das cidades brasileiras começou a flexibilizar as medidas de isolamento social. Com isso, muitos profissionais que, até então, exerciam suas atividades em home office, devem voltar ao ambiente corporativo. Porém, é preciso uma mudança de cultura e também adequações físicas para que o retorno ao trabalho presencial seja considerado seguro.
Além de hábitos redobrados de higiene, algumas medidas são essenciais para preservar a segurança dos colaboradores. Nesse momento, os sindicatos e associações também desempenham um papel fundamental, seja para o esclarecimento dos profissionais e seus empregadores, seja para cobrar as medidas adequadas de proteção.
Quer saber como ajudar seus associados a garantir o retorno ao trabalho de modo mais seguro? Então, confira nossas 4 dicas!
1. Intensifique a comunicação
Produza materiais de esclarecimento, destacando os protocolos necessários para manter a proteção de todos. Os comunicados podem ser encaminhados por meio de newsletters, com temas adequados ao perfil dos associados, como orientações para o uso correto de máscara e luvas (quando a atividade exigir), fornecimento de álcool em gel 70º no ambiente de trabalho e outras medidas de higienização.
2. Oriente sobre mudanças ambientais no retorno ao trabalho presencial
Em alguns ambientes, como escritórios ou fábricas, a reorganização dos postos de trabalho será imprescindível. Assim, é essencial que sua entidade esteja preparada para esclarecer as dúvidas dos associados sobre o distanciamento correto de mesas, cadeiras e locais de execução das atividades.
Além do distanciamento, em muitos ambientes será necessária uma verdadeira mudança de layout, para comportar todos os colaboradores em segurança. Uma alternativa será o uso de divisórias de acrílico, por exemplo. Janelas e portas abertas vão garantir a circulação do ar e, no caso das portas, evitar que as pessoas precisem tocar suas maçanetas.
Nos refeitórios, as mudanças também serão necessárias, de forma a evitar aglomerações. O ideal será rever os turnos, para que poucos colaboradores utilizem o ambiente no mesmo momento. Além disso, será preciso investir em talheres e copos descartáveis, ou embalados individualmente.
A higiene, em todos os ambientes, especialmente em refeitórios, sanitários e vestiários, deverá ser redobrada.
3. Coloque o setor jurídico do sindicato à disposição para esclarecimentos
O que fazer se um funcionário apresentar sintomas como gripe, febre ou tosse? Será permitido aferir a temperatura dos colaboradores na entrada no trabalho? Sistemas biométricos de controle de acesso terão que ser desativados? Posso mudar os turnos de minha empresa, de forma que menos pessoas estejam presentes no ambiente? O empregador deve fornecer máscaras e luvas? Como cobrar o uso?
Essas e outras dúvidas serão bastante comuns no retorno ao trabalho presencial, o que representa mais uma oportunidade de oferecer um serviço essencial aos associados e, com isso, demonstrar a relevância da entidade.
4. Mantenha as reuniões online
Além de investir na comunicação com os associados via newsletter e outros comunicados, os cursos, assembleias e demais reuniões realizadas pela entidade devem ser mantidos – porém, de forma online, para evitar aglomerações. A menos que o evento seja realizado ao ar livre ou em ambiente aberto e amplo, por algum tempo as videoconferências deverão ser a melhor alternativa. Assim, mantenha aberto esse canal de interação com seus associados!
No chamado “novo normal”, as empresas e seus colaboradores precisarão rever hábitos e práticas, intensificando medidas de higiene e mantendo o distanciamento. Com os protocolos adequados, será possível proteger e garantir a segurança dos associados no retorno ao trabalho presencial, mostrando o quanto o apoio da entidade é importante nesse momento.
Gostou das dicas e quer saber como tornar a sua entidade ainda mais representativa? Então, continue a visita em nossa página!