A sobrevivência dos sindicatos ficou comprometida com o fim da contribuição sindical, determinado pela Lei 13.467/2017, que estabeleceu a reforma trabalhista. Afinal, muitos trabalhadores pararam de recolher a taxa, que se tornou facultativa. Além disso, deixaram também de pagar a mensalidade ao sindicato.
A mudança afetou não apenas as entidades que representam os trabalhadores, mas também as patronais, que viram sua receita despencar. Agora, para que esses sindicatos consigam sobreviver no novo cenário, é preciso, mais do que nunca, investir na prestação de serviços.
O associado precisa perceber que existe uma vantagem em estar vinculado à entidade. Para tanto, os sindicatos precisam se reinventar e oferecer produtos e serviços de qualidade. Isso ajudará a manter a base de associados e conquistar novos.
Além disso, é fundamental reduzir despesas desnecessárias e realinhar o orçamento. Não se trata de cortar custos de serviços essenciais. Se trata de investir em estratégias que promovam maior eficiência aos processos. Assim, sua entidade fica mais forte e tem mais condições de executar um bom trabalho na defesa da categoria que representa.
Quer conhecer algumas estratégias para a sobrevivência dos sindicatos depois da reforma trabalhista?
Baixe o nosso infográfico e confira!
